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CASE METRÔDE SÃO PAULOMetrômigra para o StarOffice e reduz o custo de TCO Iniciado no final do ano passado, processo de mudança para o novo ambiente corta pela metade o gasto anual por máquina. A necessidade de obter uma ferramenta que suportasse de modo mais amplo os processos corporativos da empresa e, ao mesmo tempo, não exigisse grandes investimentos, fez com que a Companhia do Metropolitano de São Paulo - Metrô- optasse pela implantação progressiva do programa StarOffice, da Sun Microsystems. Atraído, principalmente, pela possibilidade de disponibilização imediata e abrangente, associada às reduções dos custos de propriedade (TCO), o departamento de Informática decidiu não mais ampliar a plataforma MSOffice, que operava em 50% dos micros. Ao invès disso, decidiu pela instalação da suite StarOffice em 100% dos equipamentos. Segundo o gerente da área de TI, Gustavo Mazzariol, os baixos valores exigidos em todo o processo de instalação do produto, somado àgratuidade na licença de uso do StarOffice foram os fatores determinantes para essa escolha. "Com a Microsoft, teríamos um gasto anual de US$ 300 por máquina, enquanto que com a Sun poderemos reduzir tais gastos a menos de 50%, o que representa uma economia anual da ordem de R$ 400 mil", informa. Outra grande vantagem obtida, na sua opinião, èo tèrmino das constantes preocupações com as instalações locais, tanto em relação ao controle das licenças de uso - impedindo cópias piratas - como a capacidade dos discos individuais dos micros. A possibilidade de se fazer instalações unificadas nos servidores evita ocupação de espaço nos discos locais e diminui o número de chamadas de suporte, uma vez que não permite reconfigurações individuais. A migração para o novo ambiente começou a ser feita em algumas áreas da corporação, em novembro do ano passado, devendo se completar dentro de seis meses. Esta èa expectativa de Mazzariol, uma vez que a ampliação das instalações iráabranger mais de 500 microcomputadores utilizados, em mèdia, por atèquatro usuários diferentes, o que implicaráem treinamentos para mais de 1.500 novos usuários. Na fase final do processo, o StarOffice deveráestar sendo utilizado por mais de 5 mil funcionários Companhia. Para que estas metas possam ser alcançadas, o Metrôteve de tomar a dianteira no mercado, uma vez que o StarOffice ainda èum produto novo no âmbito empresarial. "Não háempresas jácom tradição e/ou com experiência neste nicho", explica Mazzariol. A solução foi buscar parceiros para este grande projeto. A partir de informações obtidas na Internet e de um CD do StarOffice, cedido pela Sun, foram geradas 500 cópias, que foram distribuídas pelos diversos setores do Metrô. Paralelamente, uma equipe especialmente criada para esta missão, integrando metroviários e parceiros, começou a estruturar o projeto, a documentação necessária para suporte tècnico, treinamento e colocação em operação do sistema. Foi criado tambèm um programa intensivo de divulgação interna, com uma sèrie de palestras realizadas nos diferentes setores da empresa. Foram nove palestras demonstrando os recursos do StarOffice e sua analogia aos produtos do MSOffice. "Atualmente, temos três profissionais dedicados, exclusivamente, a circular pela empresa inteira fazendo uma campanha de conscientização sobre as vantagens da nova plataforma e de suas funcionalidades, auxiliando nas instalações, tirando dúvidas etc", explica Mazzariol. Foi criada uma apostila-guia contendo uma sèrie de informações sobre o produto, como configurações tècnicas, instruções de uso e processo de instalação. "Este guia estásendo ampliado e pretende auxiliar nossos empregados na maioria das dúvidas", comenta. Um helpcenter com estrutura de suporte exclusivo, com dois atendentes, jáfuncionou como piloto e agora estásendo instalado para cobrir os próximos seis meses de implantação. O Metrôconta com poderosos recursos da tecnologia da informação, para atender os quase 2 milhões de usuários que passam diariamente por suas três linhas na cidade de São Paulo. São mais de 30 servidores e 1.200 estações de trabalho interligados por uma rede TCP/IP e outros tantos terminais em rede SNA, ligados ao mainframe. Háum correio eletrônico muito utilizado, ainda em ambiente do mainframe, atuando em paralelo com a Internet e a intranet. "O StarOffice estáchegando e ocupando um espaço muito significativo no processo de ampliação da informatização da companhia", afirma o executivo. Ele ressalta que, como possui recurso de browser jáincorporado em seu desktop, o programa da Sun desempenharápapel fundamental no novo correio eletrônico a ser implementado, padrão Web. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||